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Exibição SALA CINEMATECA BNDES 07 de Dezembro

dezembro 5, 2011

Programa permanente dedicado à exibição de filmes brasileiros de média e longa-metragem inéditos no circuito comercial de exibição, o PRIMEIRA EXIBIÇÃO oferece aos realizadores um espaço para a projeção de seus novos filmes e permite que o público entre em contato, em primeira mão, com a produção audiovisual independente. Em dezembro, a atração fica por conta do novo longa-metragem do diretor Marcelo Taranto (o mesmo de A hora marcada): o drama Ponto final, estrelado por Roberto Bomtempo, Hermila Guedes e Othon Bastos.

CINEMATECA BRASILEIRA

Largo Senador Raul Cardoso, 207

próximo ao Metrô Vila Mariana

Outras informações: (11) 3512-6111  (ramal 215)
Taxa de manutenção: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)
Atenção: estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação da carteirinha.

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Ponto Final recebe elogios em Gramado

agosto 11, 2011

O crítico de cinema Celso Sabadin publicou texto no site “100% Vídeo” falando sobre “Ponto Final”.

“Através de uma narrativa fragmentada, não linear, o diretor aos poucos apresenta uma trama que une – e separa – um grupo de personagens que flertam com a depressão. Um casal de classe alta, em crise, vê seu casamento desabar por completo após a tragédia ocorrida com sua jovem filha. E uma mulher misteriosa (prostituta? Ninfomaníaca?) tenta se recuperar de uma tentativa de suicídio liberando sua sexualidade em longos passeios de ônibus. Ônibus, aliás, que permeará toda a trama, como uma espécie de metáfora social. Dentro dele, um motorista com ares de filósofo de botequim (“Vocês sabem o peso que é ser a mesma pessoa durante a vida inteira?”, ele diz) e um cobrador eternamente sonolento cujo mote de vida é: “Fazer o quê?”.

O filme mistura cinema com teatro. Escancara a cenografia de algumas ambientações, ao mesmo tempo em que busca o realismo em outras cenas. Não tem pruridos em fazer com que seus atores conversem com a câmera e tampouco se importa se os diálogos são improváveis. Existe ali uma fortíssima dor latente que precisa ser colocada para fora, seja pelas ferramentas do cinema, do teatro ou mesmo da poesia. Uma dor de perda, de vazio profundo, que faz com que um de seus protagonistas sequer deseje morrer: como a luz, como o dinheiro, ele prefere simplesmente “acabar”, já que a morte seria uma solução fácil demais. “

Veja no “100% Vídeo” o texto na íntegra

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