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Entrevista de Marcelo Taranto no Portal da PUC-Rio

agosto 12, 2011

Gabriel Picanço do Portal da PUC-Rio entrevista Marcelo Taranto que fala sobre o processo de produção do filme e suas expectativas atuais.

Marcelo TarantoDiretor de filmes como A hora marcada, de 2001, um dos mais importantes do período do cinema brasileiro que ficou conhecido como a retomada, Marcelo Taranto exibe seu mais recente trabalho neste sábado no 39º Festival de Cinema de Gramado, que começa hoje e vai até o próximo dia 13. Ponto final é uma das sete produções nacionais selecionadas para o festival. O filme, que entra em cartaz em todo o Brasil em setembro, conta a história de Davi, interpretado por Roberto Bomtempo, e tem um ônibus como elemento principal e cenário de grande parte das cenas. Dentro do coletivo, Davi e outros personagens expõem as suas lições de vida, incertezas e angústias. Em entrevista ao Portal, o cineasta, que é professor do curso de cinema da PUC-Rio, falou a respeito do filme e dos desafios de se fazer cinema no Brasil.

Portal PUC-Rio Digital: Como recebeu a noticia da indicação para o festival?
Marcelo Taranto
: Com bastante satisfação. Ser um dos sete selecionados entre 180 filmes é uma vitória, um reconhecimento.(…)

Leia o texto na íntegra

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Festival de Gramado

agosto 7, 2011

A equipe do filme Ponto Final está no Festival de Gramado para a mostra competitiva. Veja Marcelo Taranto, Roberto Bomtempo e Dedina Bernadelli nas imagens do festival:

Ponto Final divide crítica

O longa carioca Ponto Final não nasceu com a proposta de arrastar multidões aos cinemas. Como o próprio diretor, Marcelo Taranto, afirma, “a proposta é fazer um filme de autor, sem muitas concessões, que mescle realidade e imaginário”. Alguns o consideraram um tanto lento, outros um tanto teatral, mas o diretor afirma que era justamente esta a ideia de Ponto Final “realizar uma alegoria, usando o ônibus, de como a nossa vida tem momentos em que não sabemos o que fazer e nossos pensamentos se fragmentam. De uma coisa sabemos: temos um ponto de partida e também um ponto final, a morte”.
(…)
Leia o restante do texto no site do festival – link do texto.

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Agenda de Ponto Final em Gramado

julho 25, 2011

O filme Ponto Final já tem data e horário na agenda do Festival de Gramado.

Exibição do Filme no Palácio dos Festivais:

Sábado – 06 de agosto
21h Ponto final, de Marcelo Taranto – 103’ – 14 anos

Reprise do Filme :

Domingo – 07 de agosto – 10h

Coletiva de Imprensa:

Sábado – 06 de agosto – às 15h30 – na Sala de Coletivas no Hotel Serra Azul

Debate do filme:

Domingo – 07 de agosto – às 11h – na Sala de Debates no Hotel Serra Azul

Confira a programação completa do evento.

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Ponto Final na Revista Ônibus

junho 29, 2011

ônibusO Filme Ponto Final foi matéria da Revista Ônibus n°65 Junho/Julho. Para quem não conhece, ela foi criada em Março de 2000, como uma evolução do Jornal Ônibus, tablóide publicado desde a década de 80 pela Fetranspor, e da Revista Fetranspor, publicação de cobertura do Etransport e da Fetransrio, a Revista Ônibus tem se destacado como a principal ferramenta a serviço dos transportadores do Rio de Janeiro para a discussão de temas relevantes para o setor.

Totalmente relevante devido a ambientação do filme a matéria destaca “O ônibus sob um olhar artístico” . Confira a revista em sua versão on-line ou baixe no formato pdf para ter em seu computador. A matéria está na página 35.

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Ponto Final por Luiz Rosemberg Filho

junho 29, 2011

Luiz Rosemberg Filho é diretor de cinema, escritor e artista plástico na cidade do Rio de Janeiro. No site de informação cultural Via Política ele fala sobre o filme Ponto FinalLuiz Rosemberg Filho

“…Produzir o discurso da desobediência sempre me pareceu mais humano e original. Em Ponto Final, longa de Marcelo Taranto, encena-se esse antidiscurso da normalidade que nos faz ver, pensar, fazer e trabalhar as nossas muitas máscaras. Filme delicado, onde todos falam da tristeza, dos seus pequenos-grandes desejos e da solidão. Falam para os outros, que acabam sendo objetos de um desejo confuso ou conflitante com o próprio real. Ele, o Pai, é a presença do escutador, que perdeu a inocência do próprio casamento em fim de linha. Onde não existe apaziguamento algum (que são as muitas viagens de idas e vindas). ” Leia a matéria na íntegra aqui

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Filme Ponto Final em Mátéria na PUC-Rio

junho 29, 2011

“Uma viagem através do inconsciente …” é assim que começa a matéria para o portal da PUC-Rio. A gravação foi feita durante palestra na universidade onde a equipe técnica e atores exemplicam todos os detalhes de produção do filme para alunos de comunicação.

“… O real, o imaginário e o inconsciente se apresentam o tempo inteiro.”, define o ator Roberto Bomtempo sobre a narrativa.  Alexandre Muricci, diretor de arte do filme, explica como acontece  a transformação para os diferentes planos do filme (real, imáginário e lembranças).

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